O catálogo de Fred Espenak, publicado pela NASA/GSFC, classifica o eclipse lunar de 28 de agosto de 2026 como parcial. A magnitude umbral indicada é 0,930. Esse número se refere à fração do diâmetro lunar imersa na umbra no máximo; não significa que 93% da área do disco ficou escura.
Por que a data pode aparecer como 27–28 de agosto?
Uma tabela internacional usa uma referência de tempo comum. Quem observa nas Américas pode iniciar a sessão na noite anterior à data escrita no catálogo. Para organizar uma observação, converta os horários das fases para a cidade do observador e confira se a Lua está acima do horizonte durante cada uma delas.
Parcial não é total
Em um eclipse parcial, parte da Lua passa pela sombra mais escura da Terra; na totalidade, o disco inteiro entra nessa região. A palavra “quase” não deve substituir a classificação oficial nem indicar um percentual de área sem uma medida apropriada.
O que vem depois
O catálogo lista eclipses penumbrais em 2027, eclipses parciais em janeiro e julho de 2028 e um total em 31 de dezembro de 2028. Assim, dizer que não há qualquer eclipse até o fim de 2028 seria incorreto. O tipo do evento e a região de visibilidade precisam ser considerados separadamente.
Como usar as ferramentas do site
Na página de eclipses, confira a data e a fonte do evento. Use Sol e Lua para consultar a Lua na sua cidade e o conversor para transformar um horário publicado em UTC. A fase lunar, sozinha, não prova que haverá eclipse: o alinhamento também depende da órbita.
Previsão de nuvens e horizonte desobstruído são parte do planejamento local. Um evento listado como visível em uma região ampla não garante que todas as suas fases sejam observáveis em toda cidade dessa região.